Um sorriso sincero e raro que não quer sair do olhar mas só perceptível pela tristeza do experiente aflito... Não há planos ou terceiras intenções. Há uma brisa e um doce frio no ar. A vontade de aquecer e ser aquecido até ferver e expandir e explodir, e ainda ser, por tempos e prezepadas imprevisíveis, e o sonho alertando para o real, a névoa anunciando a aurora - e nenhum sonho concretiza-se na aurora, exceto olhares sorrindo um para o outro e mãos ocupadas em servir...
A noite chega. É hora de sonhar...
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